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10/01/2014

Tafelmusik

Apesar do título pomposo, este post é apenas sobre mesas de salas de jantar. Coisa bastante mais prosaica, portanto. Mas achei que o título era apropriado porque, na verdade, as mesas retratadas abaixo são música (felizmente, não barroca) para os meus olhos. Em consonância com as cadeiras certas, nem se fala (isso fica para outro post).

Claro que podem ter muitos outros destinos além da sala de jantar. Entre clássicos dos anos 30 a mesas de colecções com menos de um ano de vida, mármores a madeiras, madeiras a metais, redondas, elípticas ou rectangulares, é escolher.

| 1 | 
Raft table, 2011, design de NORM para a &Tradition


| 2 | 
Florence Knoll table desk,1961, design de Florence Knoll para a Knoll


| 3 | 
Wogg 38 table, 2006, design de Alfredo Haberli/Wogg para a Wogg


| 4 | 
Dining table, 1954-1955, design de Isamu Noguchi para a Vitra


| 5 | 
Copenhague table CPH30, 2012, Ronan & Erwan Bourroullec para a HAY


| 6 | 
Branch table, 2012, design de Jacob Wagner para a Cappellini


| 7 | 
Toni table, 2010, design de James Irvine para a Marsotto


| 8 | 
Nelson X-leg table, 1950, design de George Nelson para a Herman Miller


| 9 | 
Essay, 2009, design de Cecilie Manz para a Fritz Hansen


| 10 | 
Table 82A, 1935, design de Alvar Aalto para a Artek


| 11 | 
Sleek 2013, 2013, design de Karim Rachid para a Riva 1920


07/01/2014

O ano do cobre


Há quem faça listas com resoluções de ano novo. Eu, como jamais cumpriria as que fizesse, faço antes listas de coisas de que gosto. Hoje, são 12 coisas em cobre (ou cor de cobre), uma por cada mês do ano. Algumas, reedições de grandes clássicos (o 3 e o 7, desenhados, respectivamente, em 1968 e 1977). Outras, bem fresquinhas, capas dos catálogos mais recentes das melhores lojas de design.

Na verdade, se fosse o Pufe a ditar as modas, o cobre era a tendência do design industrial de 2014 (parece que foi um dos metais de eleição em 2013, mas isso para mim não interessa nada porque é agora que começam a surgir as peças mais interessantes). Há qualquer coisa no cobre que me faz lembrar o modernismo, sobretudo quando combinado com temas geométricos ou marmoreados. E os tons são tão bonitos. É o rosé dos metais, o tímido dos minerais, discretamente afogueado, tão diferente do dourado ou do bronze. 




1 | Lavatório de casa-de-banho, The Hayon collection, Jaime Haydon (Bizazza)
2 | Prato suspenso para alimentação de pássaros Bird feederCooperativa Panorámica (Cooperativa Panorámica)
3 | Candeeiro suspenso Flowerpot, Verner Panton (&Tradition)
4 | Candelabro Chunk of marbleAndreas Engesvik (Menu)
5 | Mesa Breeze, Monica Forster (Swedese)
6 | 3 jarras empilháveis, Spun Vase Trio, Tom Dixon (Tom Dixon)
7 | Jarro térmico Vacuum Jug, Erik Magnussen (Stelton)
8 | Espelho Gridy me, Gridy (Menu)
9 | Porta-lápis Copper Pencil Holder, designer não identificado (Ferm Living)
10 | Candeeiro suspenso Spica, Jamie Iacoli e Brian McAllister (Iacoli & McAllister)
11 | Organizadores de secretária Wireframe trays, Cooperativa Panorámica (Cooperativa Panorámica)
12 | Mesa Algedi Table, Jamie Iacoli e Brian McAllister (Iacoli & McAllister)

31/12/2013

Sem título

Nem tudo tem que ter uma explicação. Assim acontece com este post. É apenas uma sala de reuniões, mas é a minha preferida. Cadeiras Eames, mesa AGL, jarro Stelton. Imagem daqui.

11/07/2013

Ele há coisas (de design): Strong Cedar





E eis que surge o móvel que vem revolucionar o design industrial, de seu nome Strong Cedar.

Para os menos iluminados que não tiverem percebido a evidência da primeira imagem, é uma mesa de apoio em madeira de cedro. Diria eu que também pode ser um banco (o chamado banco de pau), ou quem sabe um sofisticado mono inútil, tal é a sua multifuncionalidade. É só vantagens. Ainda por cima, é design sustentável: quando se fartar é só atirá-lo para a lareira.
É um móvel de enorme complexidade técnica, que revela um elaborado trabalho de concepção e de produção. E vê-se logo que lhe subjaz uma profunda justificação ontológica: é assim uma coisa género Robinson Crusoe cruzado com minimalismo forçado cruzado com bloco de anti-traça gigante cruzado com estilo rural-zen-chique.
Há muito design português de qualidade, mas arrisco-me a dizer que este não será um bom exemplo.
Ah, e esqueci-me de um detalhe: custa 360 euros.
[Mesa de Apoio Strong Cedar, Joana & João Carmo Simões, 2010, Lacecal]